13 de maio

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O Núcleo Bandeirante é uma cidade-satélite do Distrito Federal. Conhecido anteriormente como ¨Cidade Livre¨, foi a primeira ocupação dos candangos, sendo posteriormente urbanizada e tornando-se uma das cidades-satélites do Distrito Federal.

 

A cidade é uma das localidades mais tradicionais do Distrito Federal. A área onde hoje se localizam o Núcleo Bandeirante, a Candangolândia (Velhacap) e o Museu Vivo da Memória Candanga (ex-Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira ou Hospital do IAPI) constituiu um dos principais núcleos anteriores à inauguração de Brasília. Esta área formava um conjunto em que cada local cumpria uma função dentro do contexto da construção da nova capital federal. A Velhacap, posteriormente denominada Candangolândia, tinha função administrativa; o Núcleo Bandeirante, função comercial e o HJKO, função hospitalar. Definindo-se o papel que cada núcleo desempenhou nesse contexto, a velha discussão sobre onde nasceu Brasília dismistifica-se. As duas localidades surgem ao mesmo tempo e possuem a mesma importância histórica.

 

Como parte das obras de infra-estrutura necessárias à construção de Brasília, foram abertas pela Novacap, no final de 1956, as principais avenidas do Núcleo Bandeirante, mais tarde conhecido como Cidade Livre. O local em que foi implantada a cidade, fora do perímetro do Plano Piloto, pertencia às fazendas goianas Bananal, Vicente Pires e Gama. O loteamento estava destinado a ter uso exclusivamente comercial e por esse motivo não eram fornecidos alvarás para residências. Sua existência estaria limitada ao período da construção de Brasília (1956-1960). Os lotes foram cedidos em sistema de comodato, isto é, a escritura não era definitiva e deveriam ser devolvidos à Novacap no final de 1959. Para incentivar a vinda de comerciantes para a região a localidade também estava livre do pagamento de impostos. Daí a origem do nome Cidade Livre.

 

No Núcleo Bandeirante foram concentradas as atividades de prestação de serviços e comércio. Em 1957, de acordo com o recenseamento, já existiam armazéns de secos e molhados, casas de tecidos, restaurantes, barbearias, tinturarias, marcenarias, açougues, farmácias, escolas (duas), cinema, bares, pensões e hotéis. Estes últimos, mesmo em madeira, ofereciam o conforto de colchões de molas. Também foram implantados locais para os cultos religiosos como uma igreja batista, um local para cultos kardecistas e uma igreja católica. Destes, ficou mais conhecida a Igreja São João Bosco, cujo pároco, o Padre Roque Viliati, é sempre lembrado na história da cidade pelos trabalhos desenvolvidos na comunidade.

 

Com a aproximação da inauguração de Brasília, em abril de 1960, começavam os boatos de desmontagem da Cidade Livre. Teve início, então, um movimento de moradores e usuários da cidade que reivindicavam a sua fixação, contrariamente ao estipulado pela Novacap. O Movimento Pró-Fixação e Urbanização do Núcleo Bandeirante (MPFUNB), foi apoiado por Jânio Quadros em sua campanha presidencial. Depois das eleições, ele posicionou-se contrariamente à fixação. O Núcleo Bandeirante sofreu, então, intenso controle sob o comando do prefeito de Brasília, Paulo de Tarso, que previa, entre outras formas de controle, a transferência dos moradores das invasões para as cidades satélites do Gama e Taguatinga, já inauguradas, e também a demolição das edificações. O grande número de incêndios verificados nesse período na cidade foi apontado pelas pessoas que viveram essa época como criminosos. Muitos acreditavam que se tratava de uma estratégia para enfraquecer o movimento de fixação.

 

Como resposta às investidas oficiais, o movimento alcançou alto índice de organização congregando diferentes categorias de trabalhadores como hoteleiros, professores, donas-de-casa, comerciantes, moradores, estudantes e trabalhadores do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria, Construção Civil e Imobiliária de Brasília. O Movimento lançou mão de diferentes estratégias de pressão, desde a articulação com creches para abrigar crianças e cursos de alfabetização, até a propaganda explícita, além dos comícios e articulação com alguns parlamentares, que na época se sensibilizaram com a situação.

 

A vitória do movimento ocorreu com a fixação da cidade, por meio da Lei nº 4.020, de 20/06/61, do Congresso Nacional, no governo João Goulart, pois, nessa época, Brasília não possuía autonomia política. A partir de então, o Movimento passou a lutar pela implantação da infra-estrutura necessária a uma cidade: água, luz, rede de esgoto, pavimentação, entre outros.

 

Percebe-se, portanto, que o imenso esforço da sociedade civil organizada e dos movimentos sociais, ocasionou de forma próspera para a consolidação do Núcleo Bandeirante como local de moradia aos que vivem na cidade. Trata-se de um esforço conjunto, da comunidade, que criou vínculos cooperativos para que a cidade pudesse se tornar o que é hoje.

 

A infra-estrutura da cidade foi sendo implantada ao longo da década de 60, momento em que as edificações de madeira vão sendo substituídas, aos poucos, por edificações de alvenaria. Em 1964, o Núcleo Bandeirante passou a integrar a Região Administrativa de Brasília, incluindo-se também nesta área a atual Região Administrativa da Candangolândia. Durante a década de 70, o Núcleo Bandeirante Tradicional (área relativa à Avenida Central, 2ª e 3ª Avenidas) já estava quase todo urbanizado; invasões remanescentes da época da construção.

 

Em 1989, o Núcleo Bandeirante passou a compor a Região Administrativa VIII, englobando a Candangolândia e o Riacho Fundo, com uma área de 143,43 km². Em 1994, estas duas localidades são transformadas nas RA XIX e XVII e o Núcleo Bandeirante teve sua área reduzida para 82,32 km².

 

Compõem o Núcleo Bandeirante hoje, os seguintes setores: Núcleo Bandeirante Tradicional, Metropolitana, Setor de Mansões Park Way, Setor Industrial Bernardo Sayão, Setor de Postos e Motéis Sul (EPIA), Setor de Postos e Motéis Sul (Rodovia Brasília/Anápolis- EPNB), Setor Placa da Mercedes, Área de Desenvolvimento Econômico, Núcleos Rurais Vargem Bonita, Córrego da Onça, Colônias Agrícolas NB1, NB 2, Coqueiros, Arniqueira (parte) e Bernardo Sayão. 

 

Principais pontos turísticos do Núcleo Bandeirante: Casa do Pioneiro, a estação ferroviária Bernardo Sayão, Paróquia Dom Bosco e Museu Vivo da Memória Candanga. 

Administrador Regional do Núcleo Bandeirante

Telefone:  3550-6228

 

Administrador Regional
Adalberto Ferreira de Paula Carvalho 

 

Administração Regional Núcleo Bandeirante  – Assessoria de Gabinete
Karen Karoline Silva Correia
Telefone:  3550-6228
Celular:  9.9173-8699 
E-mail: admregional@bandeirante.df.gov.br

 

Assessoria de Comunicação (ASCOM)
Víctor Lucas Batista Tavares
Email: ascom@bandeirante.df.gov.br

 

Assessoria de Planejamento (ASPLAN)
Igor Vicente Alves De Lima
 

 

Assessoria Técnica (ASTEC)
Amílcar de Souza Peixoto

 

Ouvidoria
Cláudio Lopes
Cheure de Matos dos Santos                                                                                                                                                                                       
Telefone: 99279-1625
Canais de atendimento: 162 ou https://www.ouv.df.gov.br/#/

 

Junta Militar
Gisele Graccino Ribeiro (Chefe)
Telefone: 99871-8061

 

COAG
Coordenadora de Administração Geral (COAG)

Welby Dias de Oliveira

 

Gerência de Administração (GEAD)
Maria do Socorro

Núcleo de Material e Patrimônio (NUMAP)
Manuel Alves dos Santos
Telefone: 9.9271- 0293 ou 99247-3570

Dayse Lima Carvalho
Telefone: 99944-6334

 

Núcleo de Informática (NUINF)
David Donizetti Da Silva
Telefone: 98180-3185 ou 3486 -9540

 

Núcleo de Protocolo e Aqruivo (NUPA) 
Jean Damasceno de Oliveira 
Telefone: 9.8425-7173

 

Gerência de Pessoas (GEPES)
Fabiana Oliveira de Souza

 

Gerência de Orçamentos e Finanças (GEOFIN)
Cristina Maria Lira de Carvalho
Telefone: 98436-0421 ou 3486-9558 (SALA)

 

CODES
Coordenadora de Desenvolvimento (CODES)

Jefferson Rodrigo dos Santos
Telefone: 98558-9455,99599-4605 


Diretoria de Articulação (DIART)
Luciano Leão Amaro da Silva
Telefone: 9.9191-4604 ou 99655-7292

 
Gerência de Cultura/ esporte e lazer (GECEL)
José Dionísio Filho
Telefone: 99954-1040,98227-0881 

 

Gerência de Políticas Sociais (GEPOLS)
Eduardo Ribeiro Machado
Telefone: 98526-3736 

 

Diretoria de Desenvolvimento, ordenamento territorial (DIDOT)
Gilberto Alves Xavier
Telefone: 9.93126207 

 

Gerência de Gestão do Território (GEGT)
Charles Pereira da Silva
Telefone: 98568-2249 

 

GERÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO (GEDEC)
Joaquim Uteni Alves da Cunha
Telefone:99106-2641 

 

COLIC
Coordenadoria da Coordenação de Licenciamento (COLIC)

Cassio Aviani Ribeiro
Telefone: 99987-8844 

 

Diretoria de Obras (DIROB)
Pedro Morais de Sant'Anna
 

 

Gerência de Execução de Obras (GEOB)
Wagner Xavier fdos Santos 
Telefone: 99100-5421

 

Gerência de Manutenção e Conservação (GEMAC)
Israel da Silva Araújo
Telefone: 99217-1193 ou 98574-9805

 

Diretoria de Aprovação e Licenciamento (DIALIC)
Érika Vaz Nakahara
 

 

Gerência de elaboração e aprovação de projetos (GEAPRO)
Jhénefer de Oliveira Machado
Telefone: 98423-7221

 

Gerência de Licenciamento de Obras e Atividades Econômica (GELOAE)

Carlos de Carvalho 
Telefone: 98413-3130 

 

Administração Regional do Núcleo Bandeirante 

Endereço: 3º Avenida Área Especial 06, Praça Padre Roque.
Horários de Funcionamento
Período da manhã:  08:00h às 12:00h
Período da tarde: 14:00h às 18:00h

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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