16 de julho

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Sobre a RA

DECRETO Nº 38.094 de 28 de março de 2017 aprova o Regimento Interno das Administrações Regionais do DF e dá outras providências.

Regimento Interno

Decreto

 

 

Adalberto Carvalho, 47 anos, nasceu, cresceu e sempre morou no Núcleo bandeirante (Nova Divinéia). É sargento da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Formado em Segurança e Ordem Pública pela Universidade Católica de Brasília (UCB), pós-graduado em Gestão Pública e Docência Ensino Superior- Centro Universitário (UDF)  e atualmente bacharelando em Direito (UNIPLAN). Participou ativamente dos Conselhos de Planejamento, Transporte, Saúde e segurança do Núcleo Bandeirante. Tem como missão na sua administração melhorar a qualidade de vida dos moradores para que a comunidade se sinta valorizada e satisfeita em morar no Núcleo Bandeirante. Está sempre com a mão na massa e tem como objetivo investir da melhor forma a Segurança pública, gerar emprego e renda, saúde, trabalho social, habitação,  lazer, esporte e valorização da Comunidade.

O Núcleo Bandeirante é uma cidade-satélite do Distrito Federal. Conhecido anteriormente como ¨Cidade Livre¨, foi a primeira ocupação dos candangos, sendo posteriormente urbanizada e tornando-se uma das cidades-satélites do Distrito Federal.

 

A cidade é uma das localidades mais tradicionais do Distrito Federal. A área onde hoje se localizam o Núcleo Bandeirante, a Candangolândia (Velhacap) e o Museu Vivo da Memória Candanga (ex-Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira ou Hospital do IAPI) constituiu um dos principais núcleos anteriores à inauguração de Brasília. Esta área formava um conjunto em que cada local cumpria uma função dentro do contexto da construção da nova capital federal. A Velhacap, posteriormente denominada Candangolândia, tinha função administrativa; o Núcleo Bandeirante, função comercial e o HJKO, função hospitalar. Definindo-se o papel que cada núcleo desempenhou nesse contexto, a velha discussão sobre onde nasceu Brasília dismistifica-se. As duas localidades surgem ao mesmo tempo e possuem a mesma importância histórica.

 

Como parte das obras de infra-estrutura necessárias à construção de Brasília, foram abertas pela Novacap, no final de 1956, as principais avenidas do Núcleo Bandeirante, mais tarde conhecido como Cidade Livre. O local em que foi implantada a cidade, fora do perímetro do Plano Piloto, pertencia às fazendas goianas Bananal, Vicente Pires e Gama. O loteamento estava destinado a ter uso exclusivamente comercial e por esse motivo não eram fornecidos alvarás para residências. Sua existência estaria limitada ao período da construção de Brasília (1956-1960). Os lotes foram cedidos em sistema de comodato, isto é, a escritura não era definitiva e deveriam ser devolvidos à Novacap no final de 1959. Para incentivar a vinda de comerciantes para a região a localidade também estava livre do pagamento de impostos. Daí a origem do nome Cidade Livre.

 

No Núcleo Bandeirante foram concentradas as atividades de prestação de serviços e comércio. Em 1957, de acordo com o recenseamento, já existiam armazéns de secos e molhados, casas de tecidos, restaurantes, barbearias, tinturarias, marcenarias, açougues, farmácias, escolas (duas), cinema, bares, pensões e hotéis. Estes últimos, mesmo em madeira, ofereciam o conforto de colchões de molas. Também foram implantados locais para os cultos religiosos como uma igreja batista, um local para cultos kardecistas e uma igreja católica. Destes, ficou mais conhecida a Igreja São João Bosco, cujo pároco, o Padre Roque Viliati, é sempre lembrado na história da cidade pelos trabalhos desenvolvidos na comunidade.

 

Com a aproximação da inauguração de Brasília, em abril de 1960, começavam os boatos de desmontagem da Cidade Livre. Teve início, então, um movimento de moradores e usuários da cidade que reivindicavam a sua fixação, contrariamente ao estipulado pela Novacap. O Movimento Pró-Fixação e Urbanização do Núcleo Bandeirante (MPFUNB), foi apoiado por Jânio Quadros em sua campanha presidencial. Depois das eleições, ele posicionou-se contrariamente à fixação. O Núcleo Bandeirante sofreu, então, intenso controle sob o comando do prefeito de Brasília, Paulo de Tarso, que previa, entre outras formas de controle, a transferência dos moradores das invasões para as cidades satélites do Gama e Taguatinga, já inauguradas, e também a demolição das edificações. O grande número de incêndios verificados nesse período na cidade foi apontado pelas pessoas que viveram essa época como criminosos. Muitos acreditavam que se tratava de uma estratégia para enfraquecer o movimento de fixação.

 

Como resposta às investidas oficiais, o movimento alcançou alto índice de organização congregando diferentes categorias de trabalhadores como hoteleiros, professores, donas-de-casa, comerciantes, moradores, estudantes e trabalhadores do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria, Construção Civil e Imobiliária de Brasília. O Movimento lançou mão de diferentes estratégias de pressão, desde a articulação com creches para abrigar crianças e cursos de alfabetização, até a propaganda explícita, além dos comícios e articulação com alguns parlamentares, que na época se sensibilizaram com a situação.

 

A vitória do movimento ocorreu com a fixação da cidade, por meio da Lei nº 4.020, de 20/06/61, do Congresso Nacional, no governo João Goulart, pois, nessa época, Brasília não possuía autonomia política. A partir de então, o Movimento passou a lutar pela implantação da infra-estrutura necessária a uma cidade: água, luz, rede de esgoto, pavimentação, entre outros.

 

Percebe-se, portanto, que o imenso esforço da sociedade civil organizada e dos movimentos sociais, ocasionou de forma próspera para a consolidação do Núcleo Bandeirante como local de moradia aos que vivem na cidade. Trata-se de um esforço conjunto, da comunidade, que criou vínculos cooperativos para que a cidade pudesse se tornar o que é hoje.

 

A infra-estrutura da cidade foi sendo implantada ao longo da década de 60, momento em que as edificações de madeira vão sendo substituídas, aos poucos, por edificações de alvenaria. Em 1964, o Núcleo Bandeirante passou a integrar a Região Administrativa de Brasília, incluindo-se também nesta área a atual Região Administrativa da Candangolândia. Durante a década de 70, o Núcleo Bandeirante Tradicional (área relativa à Avenida Central, 2ª e 3ª Avenidas) já estava quase todo urbanizado; invasões remanescentes da época da construção.

 

Em 1989, o Núcleo Bandeirante passou a compor a Região Administrativa VIII, englobando a Candangolândia e o Riacho Fundo, com uma área de 143,43 km². Em 1994, estas duas localidades são transformadas nas RA XIX e XVII e o Núcleo Bandeirante teve sua área reduzida para 82,32 km².

 

Compõem o Núcleo Bandeirante hoje, os seguintes setores: Núcleo Bandeirante Tradicional, Metropolitana, Setor de Mansões Park Way, Setor Industrial Bernardo Sayão, Setor de Postos e Motéis Sul (EPIA), Setor de Postos e Motéis Sul (Rodovia Brasília/Anápolis- EPNB), Setor Placa da Mercedes, Área de Desenvolvimento Econômico, Núcleos Rurais Vargem Bonita, Córrego da Onça, Colônias Agrícolas NB1, NB 2, Coqueiros, Arniqueira (parte) e Bernardo Sayão. 

 

Principais pontos turísticos do Núcleo Bandeirante: Casa do Pioneiro, a estação ferroviária Bernardo Sayão, Paróquia Dom Bosco e Museu Vivo da Memória Candanga. 


Administrador Regional
Adalberto Ferreira de Paula Carvalho 
Telefone:  9.91985262


Chefe de Gabinete
Ricardo Dantas Gomes
Telefone: 9.91910683

 

Administração Regional Núcleo Bandeirante  – Assessoria de Gabinete
Karen Karoline Silva Correia
Telefone:  3486.9500  – 3486.9501
Celular:  9.9173-8699
E-mail: adm.nb.gdf@gmail.com

 

Assessoria de Comunicação (ASCOM)
Ronnie Cezar Gomes de Lima

 

Assessoria de Planejamento (ASPLAN)
Genivaldo José Dias

 

Assessoria Técnica (ASTEC)
Welington Lúcio Rego

 

Ouvidoria
Sayonara Pinheiro Sampaio
Telefone: 992791625

 

Junta Militar
Gisele Graçano Ribeiro

 

COAG
Coordenadora de Administração Geral (COAG)

Welby Dias de Oliveira
Telefone: 9.91979773

 

Gerência de Administração (GEAD)
Rita Aline Fernandes Salviano Gomes

 

Núcleo de Material e Patrimônio (NUMAP)
Manuel Alves dos Santos
Telefone: 9.92710293

 

Núcleo de Informática (NUINF)
David Donizetti da Silva

 

Núcleo de Protocolo e Arquivo (NUPA)
Jean Damasceno de Oliveira

 

Gerência de Pessoas (GEPES)
Fabiana Oliveira de Souza

 

Gerência de Orçamentos e Finanças (GEOFIN)
Cristina Maria Lira de Carvalho

 

CODES
Coordenadora de Desenvolvimento (CODES)

Geovana Tenório Nascimento de Moura Neves
Telefone: 9.92210977
Email: ascomadmnb@gmail.com

 

Diretoria de Articulação (DIART)
Jefferson Rodrigo dos Santos

 

Gerência de Cultura/ esporte e lazer (GECEL)
Marcos Silva dos Prazeres

 

Gerência de Políticas Sociais (GEPOLS)
Mariana Ferreira Lira

 

Diretoria de Desenvolvimento, ordenamento territorial (DIDOT)
Gilberto Alves Xavier

Telefone: 9.93126207

 

Gerência de Gestão do Território (GEGT)
Charles Pereira da Silva

 

COLIC
Coordenadoria da Coordenação de Licenciamento (COLIC)

Cassio Aviani Ribeiro

 

Diretoria de Obras (DIROB)
Ronaldo Aparecido de Oliveira Klein
Telefone: 9.91927257

 

Gerência de Execução de Obras (GEOB)
Luciano Leão Amaro da Silva
Telefone: 9.91914604

 

Gerência de Manutenção e Conservação (GEMAC)
Israel da Silva Araújo

 

Diretoria de Aprovação e Licenciamento (DIALIC)
Erika Vaz Nakahara

 

Gerência de elaboração e aprovação de projetos (GEAPRO)
Jhénefer de Oliveira Machado

 

Gerência de Licenciamento de Obras e Atividades Econômica (GELOAE)
Dargleyciane Fabiana Batista Muzio

 

Administração Regional do Núcleo Bandeirante 

Endereço: 3º Avenida Área Especial 06, Praça Padre Roque.
Horários de Funcionamento
Período da manhã:  08:00h às 12:00h
Período da tarde: 14:00h às 18:00h

 

Secretária
Karen Karoline 
Telefone: 3486-9500/ 3486-9501 / 9.91738699   

adm.nucleopioneiro@gmail.com

Assessoria de Gabinete

Karen Karoline Silva Correia

 

 

 

 

Chefe da assessoria de Comunicação

Geovana Tenório 

3486-9500

3486-9501 

99173-8699

adm.nb.gdf@gmail.com

 

 

 

9.92210977

ascomadmnb@gmail.com

 

 

 

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